" Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba.
Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona.
Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação."
Madre Tereza de Calcutá
Espaço de compartilhar saberes, sabores, sonhos, sensações, sentimentos... Espaço para troca, para aprender e ensinar!
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
No tempo da minha infância...
...De Ismael Gaião
No tempo da minha infância
Nossa vida era normal
Nunca me foi proibido
Comer açúcar ou sal
Hoje tudo é diferente
Sempre alguém ensina a gente
Que comer tudo faz mal
Bebi leite ao natural
Da minha vaca Quitéria
E nunca fiquei de cama
Com uma doença séria
As crianças de hoje em dia
Não bebem como eu bebia
Pra não pegar bactéria
A barriga da miséria
Tirei com tranquilidade
Do pão com manteiga e queijo
Hoje só resta a saudade
A vida ficou sem graça
Não se pode comer massa
Por causa da obesidade
Eu comi ovo à vontade
Sem ter contra indicação
Pois o tal colesterol
Pra mim nunca foi vilão
Hoje a vida é uma loucura
Dizem que qualquer gordura
Nos mata do coração
Com a modernização
Quase tudo é proibido
Pois sempre tem uma Lei
Que nos deixa reprimido
Fazendo tudo que eu fiz
Hoje me sinto feliz
Só por ter sobrevivido
Eu nunca fui impedido
De poder me divertir
E nas casas dos amigos
Eu entrava sem pedir
Não se temia a galera
E naquele tempo era
Proibido proibir
Vi o meu pai dirigir
Numa total confiança
Sem apoio, sem air-bag
Sem cinto de segurança
E eu no banco de trás
Solto, igualzinho aos demais
Fazia a maior festança
No meu tempo de criança
Por ter sido reprovado
Ninguém ia ao psicólogo
Nem se ficava frustrado
Quando isso acontecia
A gente só repetia
Até que fosse aprovado
Não tinha superdotado
Nem a tal dislexia
E a hiperatividade
É coisa que não se via
Falta de concentração
Se curava com carão
E disso ninguém morria
Nesse tempo se bebia
Água vinda da torneira
De uma fonte natural
Ou até de uma mangueira
E essa água engarrafada
Que diz-se esterilizada
Nunca entrou na nossa feira
Para a gente era besteira
Ter perna ou braço engessado
Ter alguns dentes partidos
Ou um joelho arranhado
Papai guardava veneno
Em um armário pequeno
Sem chave e sem cadeado
Nunca fui envenenado
Com as tintas dos brinquedos
Remédios e detergentes
Se guardavam, sem segredos
E descalço, na areia
Eu joguei bola de meia
Rasgando as pontas dos dedos
Aboli todos os medos
Apostando umas carreiras
Em carros de rolimã
Sem usar cotoveleiras
Pra correr de bicicleta
Nunca usei, feito um atleta,
Capacete e joelheiras
Entre outras brincadeiras
Brinquei de Carrinho de Mão
Estátua, Jogo da Velha
Bola de Gude e Pião
De mocinhos e Cowboys
E até de super-heróis
Que vi na televisão
Eu cantei Cai, Cai Balão,
Palma é palma, Pé é pé
Gata Pintada, Esta Rua
Pai Francisco e De Marré
Também cantei Tororó
Brinquei de Escravos de Jó
E o Sapo não lava o pé
Com anzol e jereré
Muitas vezes fui pescar
E só saía do rio
Pra ir pra casa jantar
Peixe nenhum eu pagava
Mas os banhos que eu tomava
Dão prazer em recordar
Tomava banho de mar
Na estação do verão
Quando papai nos levava
Em cima de um caminhão
Não voltava bronzeado
Mas com o corpo queimado
Parecendo um camarão
Sem ter tanta evolução
O Playstation não havia
E nenhum jogo de vídeo
Naquele tempo existia
Não tinha vídeo cassete
Muito menos internet
Como se tem hoje em dia
O meu cachorro comia
O resto do nosso almoço
Não existia ração
Nem brinquedo feito osso
E para as pulgas matar
Nunca vi ninguém botar
Um colar no seu pescoço
E ele achava um colosso
Tomar banho de mangueira
Ou numa água bem fria
Debaixo duma torneira
E a gente fazia farra
Usando sabão em barra
Pra tirar sua sujeira
Fui feliz a vida inteira
Sem usar um celular
De manhã ia pra aula
Mas voltava pra almoçar
Mamãe não se preocupava
Pois sabia que eu chegava
Sem precisar avisar
Comecei a trabalhar
Com oito anos de idade
Pois o meu pai me mostrava
Que pra ter dignidade
O trabalho era importante
Pra não me ver adiante
Ir pra marginalidade
Mas hoje a sociedade
Essa visão não alcança
E proíbe qualquer pai
Dar trabalho a uma criança
Prefere ver nossos filhos
Vivendo fora dos trilhos
Num mundo sem esperança
A vida era bem mais mansa,
Com um pouco de insensatez.
Eu me lembro com detalhes
De tudo que a gente fez,
Por isso tenho saudade
E hoje sinto vontade
De ser criança outra vez
No tempo da minha infância
Nossa vida era normal
Nunca me foi proibido
Comer açúcar ou sal
Hoje tudo é diferente
Sempre alguém ensina a gente
Que comer tudo faz mal
Bebi leite ao natural
Da minha vaca Quitéria
E nunca fiquei de cama
Com uma doença séria
As crianças de hoje em dia
Não bebem como eu bebia
Pra não pegar bactéria
A barriga da miséria
Tirei com tranquilidade
Do pão com manteiga e queijo
Hoje só resta a saudade
A vida ficou sem graça
Não se pode comer massa
Por causa da obesidade
Eu comi ovo à vontade
Sem ter contra indicação
Pois o tal colesterol
Pra mim nunca foi vilão
Hoje a vida é uma loucura
Dizem que qualquer gordura
Nos mata do coração
Com a modernização
Quase tudo é proibido
Pois sempre tem uma Lei
Que nos deixa reprimido
Fazendo tudo que eu fiz
Hoje me sinto feliz
Só por ter sobrevivido
Eu nunca fui impedido
De poder me divertir
E nas casas dos amigos
Eu entrava sem pedir
Não se temia a galera
E naquele tempo era
Proibido proibir
Vi o meu pai dirigir
Numa total confiança
Sem apoio, sem air-bag
Sem cinto de segurança
E eu no banco de trás
Solto, igualzinho aos demais
Fazia a maior festança
No meu tempo de criança
Por ter sido reprovado
Ninguém ia ao psicólogo
Nem se ficava frustrado
Quando isso acontecia
A gente só repetia
Até que fosse aprovado
Não tinha superdotado
Nem a tal dislexia
E a hiperatividade
É coisa que não se via
Falta de concentração
Se curava com carão
E disso ninguém morria
Nesse tempo se bebia
Água vinda da torneira
De uma fonte natural
Ou até de uma mangueira
E essa água engarrafada
Que diz-se esterilizada
Nunca entrou na nossa feira
Para a gente era besteira
Ter perna ou braço engessado
Ter alguns dentes partidos
Ou um joelho arranhado
Papai guardava veneno
Em um armário pequeno
Sem chave e sem cadeado
Nunca fui envenenado
Com as tintas dos brinquedos
Remédios e detergentes
Se guardavam, sem segredos
E descalço, na areia
Eu joguei bola de meia
Rasgando as pontas dos dedos
Aboli todos os medos
Apostando umas carreiras
Em carros de rolimã
Sem usar cotoveleiras
Pra correr de bicicleta
Nunca usei, feito um atleta,
Capacete e joelheiras
Entre outras brincadeiras
Brinquei de Carrinho de Mão
Estátua, Jogo da Velha
Bola de Gude e Pião
De mocinhos e Cowboys
E até de super-heróis
Que vi na televisão
Eu cantei Cai, Cai Balão,
Palma é palma, Pé é pé
Gata Pintada, Esta Rua
Pai Francisco e De Marré
Também cantei Tororó
Brinquei de Escravos de Jó
E o Sapo não lava o pé
Com anzol e jereré
Muitas vezes fui pescar
E só saía do rio
Pra ir pra casa jantar
Peixe nenhum eu pagava
Mas os banhos que eu tomava
Dão prazer em recordar
Tomava banho de mar
Na estação do verão
Quando papai nos levava
Em cima de um caminhão
Não voltava bronzeado
Mas com o corpo queimado
Parecendo um camarão
Sem ter tanta evolução
O Playstation não havia
E nenhum jogo de vídeo
Naquele tempo existia
Não tinha vídeo cassete
Muito menos internet
Como se tem hoje em dia
O meu cachorro comia
O resto do nosso almoço
Não existia ração
Nem brinquedo feito osso
E para as pulgas matar
Nunca vi ninguém botar
Um colar no seu pescoço
E ele achava um colosso
Tomar banho de mangueira
Ou numa água bem fria
Debaixo duma torneira
E a gente fazia farra
Usando sabão em barra
Pra tirar sua sujeira
Fui feliz a vida inteira
Sem usar um celular
De manhã ia pra aula
Mas voltava pra almoçar
Mamãe não se preocupava
Pois sabia que eu chegava
Sem precisar avisar
Comecei a trabalhar
Com oito anos de idade
Pois o meu pai me mostrava
Que pra ter dignidade
O trabalho era importante
Pra não me ver adiante
Ir pra marginalidade
Mas hoje a sociedade
Essa visão não alcança
E proíbe qualquer pai
Dar trabalho a uma criança
Prefere ver nossos filhos
Vivendo fora dos trilhos
Num mundo sem esperança
A vida era bem mais mansa,
Com um pouco de insensatez.
Eu me lembro com detalhes
De tudo que a gente fez,
Por isso tenho saudade
E hoje sinto vontade
De ser criança outra vez
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Paz ...
Quer acabar com a violência?
Pois comece em você mesmo.
Reduza as ambições.
Controle seus ódios.
Apague seus ressentimentos.
Cultive honestidade.
Fale a verdade.
Faça o maior bem que puder.
Apague as lágrimas dos que choram.
Ampare os que estão sofrendo.
Perdoe aqueles que, por ignorância e inferioridade, o feriram.
Reduza suas tensões.
Alegre-se com a felicidade dos outros.
Pense no bem dos outros antes de pensar no seu.
Que meu coração em Paz propicie Paz a todos.
Deus investe em você, página 86.
Hermógenes
Pois comece em você mesmo.
Reduza as ambições.
Controle seus ódios.
Apague seus ressentimentos.
Cultive honestidade.
Fale a verdade.
Faça o maior bem que puder.
Apague as lágrimas dos que choram.
Ampare os que estão sofrendo.
Perdoe aqueles que, por ignorância e inferioridade, o feriram.
Reduza suas tensões.
Alegre-se com a felicidade dos outros.
Pense no bem dos outros antes de pensar no seu.
Que meu coração em Paz propicie Paz a todos.
Deus investe em você, página 86.
Hermógenes
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Um pouco de Fernando Pessoa...
"Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas. Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente. Se estiver tudo certo, continue. Se sentir saudades, mate-a. Se perder um amor, não se perca! Se achar, segure-o!"
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Fábula, por Millôr Fernandes...
"Os três porquinhos e o lobo bruto
(nossos velhos conhecidos)
Era uma vez Três Porquinhos e um Lobo Bruto(1). Os Três Porquinhos eram pessoas de muito boa família, e ambos(2) tinham herdado dos pais, donos do Porcão, um talento deste tamanho. Pedro, o mais velho, pintava que era uma maravilha - um verdadeiro Beethoven. Joaquim, o do meio, era um espanto das contas de somar e multiplicar, até indo à feira fazer compras sozinho. E Ananás, o menor, esse botava os outros dois no bolso - e isso não é maneira de dizer. Ananás era um mágico admirável.
Mas o negócio é que - não é assim mesmo, sempre? - Pedro não queria pintar, gostava era de cozinhar, e todo dia estragava pelo menos um quilo de macarrão e duas dúzias de ovos tentanto fazer uma bacalhoada.
Joaquim vivia perseguindo meretrizes e travestis, porque achava matemática chato, era doido por imoralidade aplicada.
E Ananás detestava as mágicas que fazia tão bem - queria era descobrir a epistemologia da realidade cotidiana.
Daí que um Lobo Bruto, que ia passando um dia, comeu os três e nem percebeu o talento que degustava, nem as incoerências que transitam pela alma cultivada.
1 - No sentido de inculto, não lapidado.
2 - Três é ambos?
MORAL: É INÚTIL ATIRAR PÉROLAS AOS LOBOS."
domingo, 11 de setembro de 2011
SIMPLICIDADE...
Por Pato Fu e Érika Machado.
Boas reflexões...
"Vai diminuindo a cidade,
Vai aumentando a simpatia.
Quanto menor a casinha,
Mais sincero o bom dia.
Boas reflexões...
"Vai diminuindo a cidade,
Vai aumentando a simpatia.
Quanto menor a casinha,
Mais sincero o bom dia.
Mais mole a cama em que durmo,
Mais duro o chão que eu piso.
Tem água limpa na pia,
Tem dente a mais no sorriso.
Mais duro o chão que eu piso.
Tem água limpa na pia,
Tem dente a mais no sorriso.
Busquei felicidade,
Encontrei foi Maria.
Ela, pinga e farinha,
E eu sentindo alegria.
Encontrei foi Maria.
Ela, pinga e farinha,
E eu sentindo alegria.
Café tá quente no fogo,
Barriga não tá vazia.
Quanto mais simplicidade,
Melhor o nascer do dia.
Quanto mais simplicidade,Barriga não tá vazia.
Quanto mais simplicidade,
Melhor o nascer do dia.
Melhor o nascer do dia.
Quanto mais simplicidade, melhor o nascer do dia."
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Caridade...
"Caridade ensinada melhora os ouvidos. Caridade praticada aprimora os corações."
"A caridade é o processo de somar alegrias, diminuir males, multiplicar esperanças e dividir a felicidade para que a Terra se realize na condição do esperado Reino de Deus."
"Aprendemos e ensinamos caridade em todos os temas da necessidade humana. Façamos dela o pão espiritual da vida."
"A obra da caridade tudo transforma em favor do bem."
"A caridade é o processo de somar alegrias, diminuir males, multiplicar esperanças e dividir a felicidade para que a Terra se realize na condição do esperado Reino de Deus."
"Aprendemos e ensinamos caridade em todos os temas da necessidade humana. Façamos dela o pão espiritual da vida."
"A obra da caridade tudo transforma em favor do bem."
(Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)
terça-feira, 19 de julho de 2011
Tempo...
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Mensagem para todos os dias!
Sábio professor Hermógenes, Obrigada!
Para reflexão e ação!
Namastê.
Créditos da foto do Professor Hermógenes: Lili - espaço Hermógenes (http://www.hermogenes.org/)
Arte: Cabelo (www.igualvoce.wordpress.co m)
Para reflexão e ação!
Namastê.
Créditos da foto do Professor Hermógenes: Lili - espaço Hermógenes (http://www.hermogenes.org/)
Arte: Cabelo (www.igualvoce.wordpress.co
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Carroça...
"Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Sentou numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo barulho de carroça.
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo barulho de carroça.
- Isso mesmo, é uma carroça vazia ...
- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?
- Ora, é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho.
- Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é dono da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz..."
Para refletir...
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Os ombros suportam o mundo???
Sábio e sensível Drummond...
Pensemos...
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teu ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo,
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.
Pensemos...
Os Ombros Suportam o Mundo
Carlos Drummond de Andrade
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teu ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo,
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.
Os versos acima foram publicados originalmente no livro "Sentimento do Mundo", Irmãos Pongetti - Rio de Janeiro, 1940. Foram extraídos do livro "Nova Reunião", José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1985, pág. 78.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Trechos de Thich Nhât Hanh...
Há tempos ouvi falar dele pelo professor Vitor em um retiro em Porangaba no Parque Ecológico Visão Futuro... Lugar belo... Lugar inspirador!!! Mas nunca tinha lido seu livro, até que Manoel, professor que entrou recentemente na unidade que trabalho, emprestou seu livro e compartilhou comigo belos saberes deste grande monge budista...
Thich Nhât Hanh é monge budista natural do Vietnam com dezenas de livros publicados, dos quais mais de 15 estão traduzidos e publicados em português. Neste livro que bondosamente recebi para ler há linguagem simples e profunda. O monge explicita a importância do viver consciente. Trata da meditação como um recurso para a serenidade. Há exemplos não somente no modo tradicional, concentrado na respiração, mas também nas coisas do dia-a-dia, lavando louça, tomando café da manhã, caminhando etc.
Obrigada, Manoel, pelo empréstimo!
Compartilho com vocês alguns trechos que tiveram muito significado para mim:
"Se você não está presente, você olha e não vê, escuta mas não ouve, come mas não saboreia..."
"Faça de cada ato um rito..."
"Não é analisando nosso comportanmento que o mudamos, mas sim quebrando seus padrões habituais..."
"Nós precisamos ser capazes de ver que a pessoa à nossa frente somos nós mesmos, e que nós mesmos somos aquela pessoa..."
"Olhe para todos os seres com olhos de compaixão" (Bodhisattva Quanam)
"Prometa trabalhar pela conscientização e reconciliação, da forma mais silenciosa e despretensiosa possível."
"Esteja cônscio de que você está no universo e o universo está em você: se o universo é, você é, se você é, o universo é..."
Continuemos inspirando e expirando!!!
Namastê.
Thich Nhât Hanh é monge budista natural do Vietnam com dezenas de livros publicados, dos quais mais de 15 estão traduzidos e publicados em português. Neste livro que bondosamente recebi para ler há linguagem simples e profunda. O monge explicita a importância do viver consciente. Trata da meditação como um recurso para a serenidade. Há exemplos não somente no modo tradicional, concentrado na respiração, mas também nas coisas do dia-a-dia, lavando louça, tomando café da manhã, caminhando etc.
Obrigada, Manoel, pelo empréstimo!
Compartilho com vocês alguns trechos que tiveram muito significado para mim:
"Se você não está presente, você olha e não vê, escuta mas não ouve, come mas não saboreia..."
"Faça de cada ato um rito..."
"Não é analisando nosso comportanmento que o mudamos, mas sim quebrando seus padrões habituais..."
"Nós precisamos ser capazes de ver que a pessoa à nossa frente somos nós mesmos, e que nós mesmos somos aquela pessoa..."
"Olhe para todos os seres com olhos de compaixão" (Bodhisattva Quanam)
"Prometa trabalhar pela conscientização e reconciliação, da forma mais silenciosa e despretensiosa possível."
"Esteja cônscio de que você está no universo e o universo está em você: se o universo é, você é, se você é, o universo é..."
Continuemos inspirando e expirando!!!
Namastê.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Reflexões... Humildade e Amor!
“Humildade
Senhor, fazei com que eu aceite
minha pobreza tal como sempre foi.
Que não sinta o que não tenho.
Não lamente o que podia ter
e se perdeu por caminhos errados
e nunca mais voltou.
Dai, Senhor, que minha humildade
seja como a chuva desejada
caindo mansa,
longa noite escura
numa terra sedenta
e num telhado velho.
Que eu possa agradecer a Vós,
minha cama estreita,
minhas coisinhas pobres,
minha casa de chão,
pedras e tábuas remontadas.
E ter sempre um feixe de lenha
debaixo do meu fogão de taipa,
e acender, eu mesma,
o fogo alegre da minha casa
na manhã de um novo dia que começa.”
"Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
sexta-feira, 18 de março de 2011
Site bacana... Compartilhando...
Recebi esta indicação do Leo, colega de trabalho, parceiro, cara bacana e inteligente!
Valeu, grande LEO!
Aquele abraço!!!
Por ser uma pessoa "bem legaussss", que indicou um site "bem legaus", de André Montejorge, compartilho com quem tiver interesse por curiosidades e novidades:
Aquele abraço!!!
terça-feira, 15 de março de 2011
Desafios do dia a dia...
Pelo dicionário...
Coerência
Dia a dia?
Correria!
Ações, processos, desafios...
Pensamento?
Sensações...
Tantas atitudes, tantas incoerências...
Quanto esforço para ser coerente em cada gesto, em cada fala, em cada olhar!
Verdade?
Coerência!
Quantas ações incoerentes vistas, vivenciadas...
O mundo e suas incoerências obtusas!!!
Respiremos...
;-)
Coerência
s.f. União das diversas partes de um corpo.
P. ext. Ligação, conexão, de um conjunto de idéias ou de fatos, formando um todo lógico.
P. ext. Ligação, conexão, de um conjunto de idéias ou de fatos, formando um todo lógico.
Dia a dia?
Correria!
Ações, processos, desafios...
Pensamento?
Sensações...
Tantas atitudes, tantas incoerências...
Quanto esforço para ser coerente em cada gesto, em cada fala, em cada olhar!
Verdade?
Coerência!
Quantas ações incoerentes vistas, vivenciadas...
O mundo e suas incoerências obtusas!!!
Respiremos...
;-)
sábado, 12 de março de 2011
VIVER É AFINAR UM INSTRUMENTO...
"(...)Viver é afinar o instrumento
De dentro pra fora
De fora pra dentro
A toda hora, todo momento
De dentro pra fora
De fora pra dentro
A toda hora, todo momento
De dentro pra fora
De fora pra dentro
A toda hora, todo momento
De dentro pra fora
De fora pra dentro
Tudo é uma questão de manter
A mente quieta
A espinha ereta
E o coração tranquilo
A mente quieta
A espinha ereta
E o coração tranquilo
Tudo é uma questão de manter
A mente quieta
A espinha ereta
E o coração tranquilo
A toda hora, todo momento
De dentro pra fora
De fora pra dentro
A toda hora, todo momento
De dentro pra fora
De fora pra dentro."
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